Complexo do Baú - Venha escalar conosco. Faça o Curso Básico de Montanhismo com o GPM.

P.N. do Itatiaia - Venha escalar conosco. Faça o Curso Básico de Montanhismo com o GPM.

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Visual das Águas - Venha escalar conosco. Faça o Curso Básico de Montanhismo com o GPM.

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Complexo do Baú: Corneto

1, setembro, 2010 Igor Nicoli

- Massa, vamos escalar a Corneto?

Pedro, 15 anos, feliz da vida, veio com a proposta depois do jantar.

- E quem guia?

- O Reinaldo disse que pode guiar.

Reinaldo e Armando, duas figuras carimbadas no Baú, estão quase toda semana no local.Causo_Bau01

Sempre nos cruzávamos por lá, mas era a primeira vez que teria a oportunidade de escalar com eles. Aceitei na hora.

A “Corneto” é uma via que fica logo abaixo da Normal do Bauzinho, com o início próximo à trilha que liga o Baú ao Bauzinho. Sendo uma via com a segunda enfiada totalmente exposta, feita em um diedro, adrena muito, dando a impressão de ser mais difícil do que realmente é.

Na manhã seguinte, partimos para a Pedra em diversos grupos, o Reinaldo nos mostraria a Corneto e o Armando a Tudo Bem. Quando cheguei à via, o Reinaldo já estava se preparando para subir. Eu estava em segundo, e o Pedro subiria descosturando. A primeira enfiada se dá usando os grampos existentes na pedra e na primeira parada pude observar como um equipamento móvel é bom. O Reinaldo equalizou o sistema entre um Friend e o grampo (bem castigado, por sinal) existente, e foi a única vez que se valeu de um grampo já instalado na pedra. Acima desse ponto, quase todas as seguranças são em pitons, e um friend bem colocado realmente inspira mais confiança. Como combinado, os dois puxões na corda indicavam que o sistema já estava montado e eu poderia subir. O vento batendo nas costas lembrava que estava a 150m da base, e deveria confiar em meus braços e no equipamento, caso falhasse. Felizmente, as agarras são boas. Com um pouco de condicionamento nos braços, esta via pode ser feita sem problemas. Provavelmente pela corda indicar o caminho, não teve dificuldades em concluir a via, e o Pedro também se saiu muito bem. O garoto tem futuro. O final da via fica a dois metros abaixo do início da Normal do Bauzinho, onde já se encontram até árvores. Rapelamos para o lado da Meia Lua, onde outra parte do pessoal estava. Pude ver o Armando desaparecer no topo da Pedra, terminando a Tudo Bem, e a Kyoko iniciando a última enfiada. O Armando ainda levou o Duda para a Corneto, e o Reinaldo fez a Tudo Bem levando a Cristina e a Jane. Saímos da rocha pouco depois das duas, e os dois ainda iriam escalar outro tanto. Haja fôlego.
O bom de poder escalar com pessoas assim, além da boa companhia, é que sempre acabamos aprendendo um pouco mais, seja observando ou mesmo pelos toques que eles vão nos dando durante a ascensão.

Embora as vias do Baú estejam sendo regrampeadas, acredito que lá se torna indispensável material móvel, caso se queira fazer algo mais que as vias tradicionais. O número de vias existentes, e a facilidade de acesso a elas nos convidam a escalar, escalar e escalar. Prepare seu equipo móvel e encare essa pedra. Garanto que no retorno você dará como bem usado cada centavo pago por ele.

Autor: Massa

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Complexo do Baú: Escalada Noturna?

1, setembro, 2010 Igor Nicoli

Foi em Dezembro de 95.  Já estávamos acostumados a chegar quase pela manhã no abrigo, descansar duas ou três horas e sair para a Pedra. Dessa vez, ao chegar ao abrigo, descarregamos nossas coisas e:

- Fábio, vamos mesmo?

- Já fomos. É só botar as mochilas nas costas.

- Duda, se prepara!

- Pra quê?

- Aquela escalada noturna que falamos.

Saímos os três do abrigo às cinco horas, com o objetivo de fazer a Cresta, uma via clássica, fácil e a mais rápida para bivacar no topo da Pedra. Chegamos ao topo do Bauzinho, com a manhã já se insinuando. Havíamos nos atrasado para sair de Sampa. Encadeirar, reconferir os equipos e iniciar o rapel na Normal do Bauzinho, para chegar ao Baú.

Precisamos das Headlamps somente até chegar ao início da via. A Pedra estava seca, e a luminosidade era suficiente para escalar sem problemas. Cada um de nós guiou um lance, mas por algum motivo gastamos mais tempo que de costume.

Pegamos a trilha para o cume, e lá esticamos os isolantes térmicos. Foi então que descobrimos o quanto os fabricantes de isolantes e sacos de dormir se entendem. Estando num ponto um pouco mais inclinado que aqueles onde costumamos acampar, nenhum saco parou sobre os isolantes. Ajeitamos-nos como pudemos (o Duda “escorregou” uns dez metros, até se encaixar numa depressão da pedra), e aí começou outro problema. O sol esquentava os sacos (não havia nuvens), e depois de tanto trabalho para conseguir que parassem de escorregar, tivemos que dormir fora deles, visto que até SOB os mesmos estava um calor insuportável. Meia hora depois, aparece um pessoal de São Bento:

- Ih, olha aí, tem gente dormindo por aqui.

Era um pessoal que veio fazer levantamento das condições dos ferros no topo para planejar uma reforma na grade de proteção (é só psicológico, por mim). Hoje, pode-se ver a grade, toda pintada em amarelo, estando no Bauzinho.
E não deu para dormir mais. Dez minutos depois o nosso pessoal despontou no Bauzinho, e então descemos para encontrá-los e comer algo. Aqui passamos o melhor do dia. Fizemos um rapel desde o topo até o final da via Normal. São cerca de trinta metros, mas ao olhar para baixo, temos quase duzentos até o chão. Enfim, da escalada noturna ganhamos algumas picadas de insetos, umas áreas vermelhas queimadas pelo sol (verão, pô), e aquela sensação gostosa de ter feito algo fora do convencional. Afinal, qual o montanhista que não gosta de fazer algo diferente?

Autor: Massa

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Complexo do Baú: Resgate na Chuva

21, agosto, 2010 Igor Nicoli


Causo_Bau00 Outubro de 1995. Eu escalava há um mês e era a terceira vez que ia para o Baú. Como ainda não estava contaminado pelo vírus da escalada, passei a manhã de sábado em um pesqueiro de trutas que fica a + ou – 5 km da Pedra, em São Bento do Sapucaí. Logo após o almoço, retornei com o ingrediente do nosso jantar, pensando em escalar durante a tarde. Uma chuva começou a agourar meus planos. Chegando ao abrigo, aguardei o pessoal chegar, e fiquei sabendo que dois dos companheiros haviam sofrido quedas, na “Ensaio de Orquestra”.

A Ensaio é uma via que requer muito braço. O Hélcio caiu três vezes (escalava há dois meses), e o Taka, após trocarem as posições, escorregou quando tentava corrigir a costura no penúltimo grampo. Como iniciou a chover, resolveram deixar as costuras na rocha para resgatá-las no dia seguinte.

Choveu a noite toda, e a manhã seguinte indicava que continuaria assim o dia todo. Após o café da manhã, resolvemos que o Hiroji, o Fábio e eu iríamos buscar os equipos. Capa de chuva (OK), cadeirinhas e cordas (OK). Já estávamos saindo quando ouvimos:

- Esperem, eu também vou.

Era o Chico, ainda mastigando um pedaço de pão, de bermuda e camiseta, insistindo para nos acompanhar. Olhamos para os trajes dele:

- Você não está com frio?

- Não, e só tenho esta roupa.

- Então não vai.

Mas, teimoso como ele só, e sendo um dos mais experientes, acabou nos convencendo que poderia seguir conosco.
Seguimos pela trilha que leva à escadinha do lado de Campos, e quando a avistei, deu vontade de sugerir subir pela pedra mesmo. Aquilo sugere uma falsa segurança para um escalador. Afinal, nós sempre estamos encordados, e na escadinha qualquer queda pode levar várias pessoas para baixo.

No meio da subida, o Hiroji começa a sentir problemas com a asma. Paramos várias vezes para que retomasse o fôlego, e chegamos sossegados ao topo da pedra. Descemos uma trilha até o final da Ensaio, armamos uma ancoragem em torno de algumas árvores, e eu me ofereci para descer. Era o mais leve, menos cansado e ainda não havia sentido a rocha. O Chico argumentou que o resgate iria requerer mais experiência, e ele desceria. E assim o fez. Tirou a capa, que atrapalharia o rapel, e foi.

A primeira costura foi fácil. Sendo uma via em negativo, as outras vão se tornando mais difíceis de serem retiradas, pois tem-se que balançar a corda para chegar até elas. O Fábio tirou o relógio do pulso e o colocou em um galho. O termômetro acusou 1,8 graus (isso mesmo, menos de dois graus!). Quarenta minutos depois, a chuva continuava e o vento soprava com mais força. A comunicação com o Chico já estava bem difícil, e ele acabara de conseguir alcançar a segunda costura.

Mais vinte minutos, e diante do silêncio do Chico, o Hiroji grita:

- Chicoooo, conseguiu?

- Não.

- Como você está?

- Maaal…

Havia um filete de água bem sobre ele, e o frio estava intenso, de modo que não conseguia sequer abrir a trava do mosquetão. Concluímos que ele precisava ser resgatado. Desceu mais um pouco, até um platô, e o Hiroji desceu com o anorak do Fábio. No caminho pegou a costura que deu tanto trabalho. Quando alcançou o Chico, desfizemos a ancoragem e soltamos uma corda para eles, ficando com outra corda para nós rapelarmos pela via conhecida como Cresta. Daí para diante foi tranqüilo. Pegamos a trilha com o Chico tremendo feito geléia, e chegamos ao abrigo às quatro horas. Havíamos levado seis horas para esse resgate.

Uma boa sopa com frango e arroz nos reanimou, enquanto tirávamos nossas conclusões: Por mais experiente que fosse (ou melhor, por ser mais experiente), o Chico não deveria ter saído sem vestimenta adequada. Praticamos um esporte que exige respeito pelas coisas da natureza, seja frio ou calor. Os procedimentos de segurança foram observados, mas havíamos deixado de pensar pelo conjunto. De ver se todos estavam de fato aptos para sair nessa missão.
Hoje levamos muito equipamento para eventualidades, as ditas “Dez Essenciais e um pouco mais”. Alguns itens ficam permanentemente em minha mochila (caso do blanket, que já usei no Dedo de Deus, assim como no Pão de Açúcar). E sempre avaliamos as condições de todos (é mais fácil ver problemas nos outros, na maioria das vezes).
Vamos nos divertir, mas com segurança. E ela começa no momento que nos preparamos para sair e encarar a montanha.

Autor: Massa

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Parque Nacional do Itatiaia: Com ou Sem Chuva

21, agosto, 2010 Igor Nicoli

Causo_Itatiaia00

- Massa, preciso de umas vinte pessoas para ir a Itatiaia.

O Chico, como de costume, estava aprontando. Inventou de ir a Itatiaia de ônibus, e precisava de contingente. Acertou com um pessoal da Fundação Japão para que conseguissem metade dos passageiros, e nós iríamos também, com o nosso pessoal. Como da primeira vez que fui para lá a chuva não deixou fazer nada, topei. Conseguimos juntar gente no limite, e eu ainda não acreditava que um ônibus pudesse fazer o percurso desde o topo da serra até o Hotel Alsene (hoje, já constatei que é perfeitamente possível, vi vários ônibus lá)… ainda mais um trucado.

Quando o ônibus entrou na estrada de terra (ou melhor, pedras), o motorista disse:

- Ai, meu ônibus… Ninguém avisou disso. Acho que não dá pra passar.

Eu argumentei que a estrada estava melhor que da vez anterior, e o hotel ficava “logo ali”. Errei na distância, e no prognóstico. O ônibus atolou logo depois do laguinho, onde muita gente acampa. A subida em terreno arenoso obrigou-nos a descer do veículo, e estando mais de 1,8 ton. leve, ele venceu o obstáculo fácil. Chegamos ao Alsene aí pelas sete, e após nos acomodarmos (os escaladores em barracas e os “turistas” no hotel), resolvemos tomar o rumo do parque. Como já estava ferrado, o motorista nos levou até o Abrigo Rebouças (acreditem, chegou sem bater uma vez sequer – bateu o pára choques na volta, sozinho…). Eram 8 :30, e cerca de trinta pessoas estavam indo para as Agulhas Negras.

O Taka disse:

- Eu to fora. Não quero andar muito. Vou pras Prateleiras. Quem quer ir?

Entre andar e escalar prefiro a segunda. Juntei-me a ele. Foram também a Marina e o Márcio.

Separamos o lanche e tomamos nossos rumos. O Taka, demonstrou seu incrível senso de direção, tendo as prateleiras sempre à, frente, errou a trilha (era o único que conhecia as Prateleiras) três vezes. Numa dessas de procurar a trilha correta, enquanto passava de uma pedra a outra maior para ver mais longe, uma laca saiu , derrubando-me quase num buraco. Girei o corpo para o outro lado e me agarrei em algo, ralando a palma da mão. Levou três semanas para a pele se recompor. Mas na hora, era apenas um machucadinho. Demos umas risadas e seguimos caminho. Ao passar por uma pedra plana, resolvemos comer algo (11:00hs), e acabamos cochilando ali mesmo, pois a pedra estava quentinha e nós não havíamos dormido direito no ônibus. Retomamos a trilha às 13:00hs, agora com o caminho mais certo.

Chegando na base das Prateleiras, ficamos a apreciar o vale que dá vista para o Rio. É uma sensação muito agradável estar nesses lugares altos, a observar como nossas vidas aqui em baixo são pequenas. Tem-se a impressão de poder compreender e colocar no devido lugar os problemas do dia-a-dia, o stress se dissolve no vento que bate no rosto.Causo_Itatiaia01

Quando há a separação da trilha para as faces Norte e Sul, deparamos com a via conhecida como Sexto Sentido. Resolvemos então subi-la, e deixamos o pico para outra ocasião. Aliás, o único que subiu foi o Taka. Eu não conseguia ter firmeza nos pés, talvez por cansaço, talvez pela queda. Não passei da segunda costura. A Marina ficou só olhando e o Márcio também não conseguiu subir. O pobre Taka teve de subir outra vez para desarmar o sistema (ele havia preparado um Top), e às 17:00hs começamos a guardar nossas coisas.

Começou a chover quando terminamos de por as mochilas nas costas. Nos abrigamos em baixo de uma pedra, e esperamos que passasse. Quando por fim pusemos os pés na trilha, já começava a escurecer.

Chegamos ao Abrigo Rebouças por volta das 19:00hs. Aguardamos o pessoal, e víamos suas lanternas ao longe, mas nada de chegarem. Vez por outra uma lanterna sumia (era alguém tomando um tombo).

O Taka e o Márcio ficaram ali esperando. Voltei com a Marina até o Alsene, para preparar o jantar. A lua, embora não totalmente cheia e apesar das nuvens, iluminava de vez em quando o caminho, deixando-me poupar a lanterna.

O farolete havia ficado com os outros dois, e as baterias duraram exatamente o percurso até o acampamento.
A Paella ficou pronta às dez horas, e nada do meu pessoal. Alguns hóspedes que estavam no hotel saíram de carro para ver se precisavam de ajuda no parque. Os primeiros a chegar estavam marrons. Parece que tiveram atraso devido ao grande número de gente. A saída das Agulhas se deu às 14:30, e várias pessoas tiveram dificuldade em descer a trilha. Fora os tombos, o aguaceiro, o charco que se formou, a trilha que “sumiu na água” e teve de ser redescoberta mais adiante, estavam todos bem. Só um com o pé torcido.

Quando os últimos chegaram, era uma da madrugada. Um banho quente, um jantar decente e tudo viraram “aventura para contar aos netinhos”. Principalmente para aqueles que vieram pensando que seria um “passeio no parque”.

Depois disso, fui várias vezes para lá. Em maio, de quatro semanas fomos três (na outra estávamos no Baú). Alguém se lembra de como estava cheio no Corpus Christi ? Pois é, nós estávamos lá também… Mesmo assim, ainda tem muita coisa para se conhecer naquele pedaço. Muitas vias que nem sabemos os nomes, muitas pedras virgens, e muita, muita chuva. Com certeza, vou para lá ainda em Janeiro, mesmo que chova. Afinal, se de cada três dias, um chove por ali, ficando dois, num deles posso escalar… ou não ?

Autor: Massa

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Duvidas sobre o CBM???

11, agosto, 2010 Igor Nicoli

Logo_CBM

Para ajudar as pessoas que tiverem duvidas sobre o CBM (Curso Básico de Montanhismo), o GPM está organizando um evento para tirar essas duvidas e apresentar o curso aos interessado.

O evento acontecera na escola de idiomas Wizard Santo Amaro.

Data: 13 de Agosto de 2010.
Horário: 19:30 as 21:30h.
Local:  Rua Verbo Divino 500 – (Escola de idiomas Wizard Sto Amaro).


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Esperamos você lá…

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Informações sobre o curso !

29, julho, 2010 Igor Nicoli

Logo_CBMSaudações a todos !

Quero informar que as s informações referentes ao CBM (Curso Básico de Montanhismo) foram atualizadas, acessando o item “Cursos” do menu será possível visualizar as atualizações.

Outra novidade é que está disponível um F.A.Q. (Frequently Asked Questions) aqui no site com as perguntas e respostas mas frequentes nos CBMs.

Caso você tenha alguma duvida que não está no F.A.Q. envie para nós que a responderemos.

E aos futuros alunos, te esperamos no CBM 2010

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Uma imagem vale mais que 1000 palavras…

30, junho, 2010 Igor Nicoli

Venho trazer para vocês mais um novo item do site do GPM. A galeria de fotos!!!

Isso mesmo, agora é possível conferir as fotos tiradas em diversos lugares nos quais o GPM está presente… Mas calma que essa área ainda é nova e precisa ser atualizada com mais fotos!

Para começar, estão disponíveis as fotos do CBM 2009. Abaixo só para deixar todos com “água na boa”, tem algumas das fotos disponíveis.

[Imagens Panoramicas]

Para conferir todas as fotos acesse o item “fotos” do menu.

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Desconto nas suas compras com a BIVAK

15, maio, 2010 Igor Nicoli

banner_parceiros_bivak

A BIVAK que comercializa equipamentos para aventura em ambiente Outdoor firmou parceria com o Grupo Paulista de Montanhismo e oferece oportunidades especiais* para seus associados.

Todos os associados terão desconto de 10% em suas compras, sendo que na primeira compra será feito um desconto especial de 10% em um dos itens. Se o associado escolher pagar com cheque ou dinheiro ainda recebera mais 5% de desconto, no total a parceria entre a BIVAK e o GPM será de 25% de desconto na primeira compra.

Aproveite essa parceria entre a BIVAK e o GPM. Confira os produtos a venda na BIVAK acessando o site http://www.bivak.com.br.

*Obs.: Apenas os associados devidamente cadastrado e com suas obrigações em dia terão direito ao desconto.

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Novo Site do GPM

26, abril, 2010 Igor Nicoli

É com grande alegria que apresento a vocês o novo site do GPM. Tá certo que ainda está com pouco conteúdo, mas as sessões “Quem somos” , “Calendário“, “Cursos“, “Contato” e “Projetos” já estão prontas e podem ser usadas.

Divulguem a noticia e aproveitem o site, dentro em breve traremos mais atualizações para vocês…

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Love is everything